Uma das vantagens de se fazer um documentário independente é poder mostrar tudo o que quiser sem nenhum tipo de censura. Claro, se houver alguma censura, vai ser do tipo de documentário que você, produtor de cinema, irá enfrentar. No caso de Morgan Spurlock, o escritor e diretor deste documentário, ele pegou sua câmera e decidiu que iria fazer um filme completo sobre a rede de fast-foods McDonalds, mostrando toda a sua dominação nos Estados Unidos e em todo o planeta.
Já é de conhecimento de todos que os Estados Unidos da América são o país com o maior número de obesos no mundo. A maior concentração de pessoas gordas no mundo está nas ilhas do Pacífico, mas o maior número absoluto de gordos no mundo está na China e nos Estados Unidos, segundo compilação de dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) feita pela revista americana Forbes. Pensando nesses dados, Morgan foi mostrar como e quando os americanos comem, quantas vezes por semana e porque eles são tão obesos. Para provar que a rede de fast-food McDonalds é muito maléfica para a saúde dos seres humanos, ele próprio fez uma espécie de “dieta do Palhaço”. A palavra “palhaço” faz alusão ao Ronald McDonalds, o mascote da rede.
Durante 30 dias absolutos, ele ingeriu apenas os sanduíches da rede, incluindo a água engarrafada que também é vendida nas lojas. Isso tudo para mostrar que, comendo apenas sanduíches de fast-foods, o seu organismo passa por uma transformação tão maléfica que chega a ser quase irreversível. Os resultados até agora são bem conhecidos: Spurlock ganhou muito peso e seu corpo se revoltou: o colesterol e pressão arterial subiram muito, o fígado já estava quase comprometido. Os médicos, que estavam monitorando a sua experiência com regularidade, pediu-lhe para parar. Ele não parou.
Durante o documentário, Morgan vai às ruas da cidade de Washington para perguntar as pessoas com que frequência elas comem no McDonalds. As respostas foram diversas, mas ao mesmo tempo preocupantes. Uns disseram que vão quase todos os dias, outros falam apenas 3 ou 4 vezes por semana, outros já disseram que vão apenas uma vez por mês. De certa forma, todos ali já são consumidores em potencial da rede de fast-food mais famosa do mundo.
Em uma das cenas mais interessantes do documentário, Morgan vai a uma escola de primário fazer um pequeno teste com alunos com até 3 anos de idade. Ele tem nas mãos fotos de vários personagens da história Mundial e também personagens da mídia norte-americana. Ele segue mostrando algumas fotos e as crianças geralmente vão acertando, com alguns erros. Uma das fotos era Jesus Cristo, mas as crianças não acertaram. Disseram até mesmo que era George W. Bush, ex-presidente dos EUA. De repente, Morgan mostra a foto do Ronald McDonalds, o mascote da rede. As crianças logo ficam visivelmente animadas e respondem com prontidão o nome do personagem e de onde ele é. Segundo dados do filme, 72% dos consumidores de McDonalds são consumidores em peso. Depois, 22% são os “super consumidores”. Aqueles que vão à rede de fast-food 4 ou 5 vezes por semana. Isto é sim um dado muito preocupante, visto que a saúde desse pessoas podem entrar em colapso a qualquer momento. Doenças do coração, derrames, artroses, problemas de pressão e no sangue podem surgir facilmente nessas pessoas.
No final, Morgan tenta entrar em contato com a responsável pelo departamento de comunicação do McDonalds. Depois de mais de 7 ligações, ele não consegue de forma alguma marcar uma entrevista com ela. O documentário estreou no Festival de Cinema de Sundance e, seis semanas depois, a maior rede de fast-foods do mundo retirou do seu cardápio as opções “super-size”. Essas opções são maiores. Se, por exemplo, um consumidor pede um certo tamanho de refrigerante, adicionando uma certa quantidade de centavos de dólar, ele pode levar o maior tamanho de refrigerante e de batata. Isso fazia com que as pessoas sempre pedissem o maior tamanho e sempre comessem mais e sem parar.
Já é de conhecimento de todos que os Estados Unidos da América são o país com o maior número de obesos no mundo. A maior concentração de pessoas gordas no mundo está nas ilhas do Pacífico, mas o maior número absoluto de gordos no mundo está na China e nos Estados Unidos, segundo compilação de dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) feita pela revista americana Forbes. Pensando nesses dados, Morgan foi mostrar como e quando os americanos comem, quantas vezes por semana e porque eles são tão obesos. Para provar que a rede de fast-food McDonalds é muito maléfica para a saúde dos seres humanos, ele próprio fez uma espécie de “dieta do Palhaço”. A palavra “palhaço” faz alusão ao Ronald McDonalds, o mascote da rede.
Durante 30 dias absolutos, ele ingeriu apenas os sanduíches da rede, incluindo a água engarrafada que também é vendida nas lojas. Isso tudo para mostrar que, comendo apenas sanduíches de fast-foods, o seu organismo passa por uma transformação tão maléfica que chega a ser quase irreversível. Os resultados até agora são bem conhecidos: Spurlock ganhou muito peso e seu corpo se revoltou: o colesterol e pressão arterial subiram muito, o fígado já estava quase comprometido. Os médicos, que estavam monitorando a sua experiência com regularidade, pediu-lhe para parar. Ele não parou.
Durante o documentário, Morgan vai às ruas da cidade de Washington para perguntar as pessoas com que frequência elas comem no McDonalds. As respostas foram diversas, mas ao mesmo tempo preocupantes. Uns disseram que vão quase todos os dias, outros falam apenas 3 ou 4 vezes por semana, outros já disseram que vão apenas uma vez por mês. De certa forma, todos ali já são consumidores em potencial da rede de fast-food mais famosa do mundo.
Em uma das cenas mais interessantes do documentário, Morgan vai a uma escola de primário fazer um pequeno teste com alunos com até 3 anos de idade. Ele tem nas mãos fotos de vários personagens da história Mundial e também personagens da mídia norte-americana. Ele segue mostrando algumas fotos e as crianças geralmente vão acertando, com alguns erros. Uma das fotos era Jesus Cristo, mas as crianças não acertaram. Disseram até mesmo que era George W. Bush, ex-presidente dos EUA. De repente, Morgan mostra a foto do Ronald McDonalds, o mascote da rede. As crianças logo ficam visivelmente animadas e respondem com prontidão o nome do personagem e de onde ele é. Segundo dados do filme, 72% dos consumidores de McDonalds são consumidores em peso. Depois, 22% são os “super consumidores”. Aqueles que vão à rede de fast-food 4 ou 5 vezes por semana. Isto é sim um dado muito preocupante, visto que a saúde desse pessoas podem entrar em colapso a qualquer momento. Doenças do coração, derrames, artroses, problemas de pressão e no sangue podem surgir facilmente nessas pessoas.
No final, Morgan tenta entrar em contato com a responsável pelo departamento de comunicação do McDonalds. Depois de mais de 7 ligações, ele não consegue de forma alguma marcar uma entrevista com ela. O documentário estreou no Festival de Cinema de Sundance e, seis semanas depois, a maior rede de fast-foods do mundo retirou do seu cardápio as opções “super-size”. Essas opções são maiores. Se, por exemplo, um consumidor pede um certo tamanho de refrigerante, adicionando uma certa quantidade de centavos de dólar, ele pode levar o maior tamanho de refrigerante e de batata. Isso fazia com que as pessoas sempre pedissem o maior tamanho e sempre comessem mais e sem parar.
O documentarista está tentando nos dizer para pensar sobre a ambiguidade insidiosa da McDonald's, da publicidade da empresa e os seus restaurantes, e de sua capacidade de fazer lavagem cerebral para fazer-nos querer mais e mais o seus sanduíches.
