Na minha incansável busca por filme dos anos 80, acabei achando um com o ano que nasci. Fui ler a sinopse, e só me interessei porque tinha o ator Michael Fox nele. O filme é de 1982 e chama "Class of '84". É baseado em uma história verídica, em que um professor de música chega em uma escola de Chicago e se depara com grupos punks praticando bullying 24 horas por dia. Sabe aqueles grupos de "amigos" que se vestem esquisito, com cabelos espetados e atitutes duvidosas? Essa gente é o terror da escola Lincoln High, ambiente onde se passa a história.
O filme é de 82, mas ainda contém muitos elementos da moda dos anos 70. O grupo punk praticamente domina a escola e aterroriza os alunos. Quando o professor chega, o grupo vai atrás de saber quem é e vai logo fazendo um bullying básico, assustando todos da turma. A escola é totalmente pichada, quebrada. Há muitas cenas feitas no banheiro, mostrando uma realidade que se encaixa na nossa: escolas públicas mal adminstradas, abandonadas, quebradas e sem qualquer cuidado. Peter Stegman, líder do grupo punk, adora música e numa cena que me deixou surpreso, mostrou que sabe tocar piano. Talvez uma tentativa de mostrar que essa gente também tem um pouco de talento, mas não usam e acabam sendo transgressores da sociedade 24 horas por dia. O professor tenta fazer justiça com as próprias mãos, mas acaba se envolvendo num escândalo. Peter finge que foi espancado por ele. No entanto, ninguém quer acreditar no professor, nem mesmo o diretor da escola.
Para se vingar, Peter vai atrás da esposa do professor, numa perseguição bem anos 80, com cortes rápidos e às vezes sem nexo de continuidade. O grupo ataca a esposa dele, estupram-na e a levam para a Lincoln High no momento em que o professor está regendo a orquestra sinfônica da escola. Ele fica sabendo e vai atrás do grupo. Aí começa toda a parte sanguinária do filme. Como ele foi baseado em uma história real, fico imaginando se tudo aquilo realmente aconteceu e qual foi o propósito daquilo tudo. O final é um pouco assustador e um letreiro mostra que fim levou o professor, já que ele obviamente ia ser julgado pelo massacre ocorrido na escola. Filme interessante, porém um pouco "rápido". Algumas histórias poderiam ter sido exploradas melhor, como Peter gostar de música e saber tocar piano. Isso até daria um elemento mais dramático e emocionante. Mas o diretor e o escritor, claramente, optaram por ação/sangue.
O filme é de 82, mas ainda contém muitos elementos da moda dos anos 70. O grupo punk praticamente domina a escola e aterroriza os alunos. Quando o professor chega, o grupo vai atrás de saber quem é e vai logo fazendo um bullying básico, assustando todos da turma. A escola é totalmente pichada, quebrada. Há muitas cenas feitas no banheiro, mostrando uma realidade que se encaixa na nossa: escolas públicas mal adminstradas, abandonadas, quebradas e sem qualquer cuidado. Peter Stegman, líder do grupo punk, adora música e numa cena que me deixou surpreso, mostrou que sabe tocar piano. Talvez uma tentativa de mostrar que essa gente também tem um pouco de talento, mas não usam e acabam sendo transgressores da sociedade 24 horas por dia. O professor tenta fazer justiça com as próprias mãos, mas acaba se envolvendo num escândalo. Peter finge que foi espancado por ele. No entanto, ninguém quer acreditar no professor, nem mesmo o diretor da escola.
Para se vingar, Peter vai atrás da esposa do professor, numa perseguição bem anos 80, com cortes rápidos e às vezes sem nexo de continuidade. O grupo ataca a esposa dele, estupram-na e a levam para a Lincoln High no momento em que o professor está regendo a orquestra sinfônica da escola. Ele fica sabendo e vai atrás do grupo. Aí começa toda a parte sanguinária do filme. Como ele foi baseado em uma história real, fico imaginando se tudo aquilo realmente aconteceu e qual foi o propósito daquilo tudo. O final é um pouco assustador e um letreiro mostra que fim levou o professor, já que ele obviamente ia ser julgado pelo massacre ocorrido na escola. Filme interessante, porém um pouco "rápido". Algumas histórias poderiam ter sido exploradas melhor, como Peter gostar de música e saber tocar piano. Isso até daria um elemento mais dramático e emocionante. Mas o diretor e o escritor, claramente, optaram por ação/sangue.

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